Desculpa, por favor, me desculpe- ela tentava falar em meio aos soluços, em meio aquelas milhares de lágrimas que não queriam abandonar seu rosto.- Por tudo o que eu disse, que eu fiz, não me deixa, não me abandona.
-Não te abandonar? Olha o que você fez comigo, olha a que ponto você me fez chegar, já foram 3 vezes, quantas vezes mais eu tenho que aguentar tudo isso? Eu não sou trouxa, não vou deixar você fazer isso comigo-Ele já estava de costas pra ela, e aquilo doía dentro dela, demais, de uma forma que ele não poderia imaginar. Ele não podia entender que não era por mal? Ela o puxou pelo braço, ou tentou pelo menos, era fraca demais comparado a ele, não conseguiu move-lo nem um pouquinho.- Eu te amo, te amo, você sabe que eu não quero ficar sem você, não de novo.- Ela cobriu o rosto com a mão, não conseguia parar de chorar, ela sabia o que ia acontecer ali, e o pior de tudo é que ela não tinha o que fazer, não tinha como mudar nada. Ele, por sua vez, continuava de costas, se negava a chorar, não ali, não na frente dela, mas o coração dele também doía, por mais que estivesse magoado, ela era a menininha dele, a neném, a dengozinho, era o grande amor dele.. Ele se virou pra ela, a puxou pra perto, sem dizer nada, simplesmente a beijou, um beijo bom, com mágoa e amor, uma mistura doída e gostosa, eles se amavam, ninguém precisava saber, só os dois.
Ela sussurrou, quebrando o silêncio "me desculpa, eu te amo.", ele colocou o dedo delicadamente em cima da boca dela e disse:
-Eu também amo você, eu prometi que não te deixaria dessa vez lembra? E não vou, mais por favor, cuida de mim, não me permita ir embora, não me faça ir.- Ela sorriu, o abraçou forte, queria prende-lo pra ela, para sempre.
- Eu prometo meu amor, eu prometo. É pra sempre não é?
- Seja lá o que for isso, é sim.
-Não te abandonar? Olha o que você fez comigo, olha a que ponto você me fez chegar, já foram 3 vezes, quantas vezes mais eu tenho que aguentar tudo isso? Eu não sou trouxa, não vou deixar você fazer isso comigo-Ele já estava de costas pra ela, e aquilo doía dentro dela, demais, de uma forma que ele não poderia imaginar. Ele não podia entender que não era por mal? Ela o puxou pelo braço, ou tentou pelo menos, era fraca demais comparado a ele, não conseguiu move-lo nem um pouquinho.- Eu te amo, te amo, você sabe que eu não quero ficar sem você, não de novo.- Ela cobriu o rosto com a mão, não conseguia parar de chorar, ela sabia o que ia acontecer ali, e o pior de tudo é que ela não tinha o que fazer, não tinha como mudar nada. Ele, por sua vez, continuava de costas, se negava a chorar, não ali, não na frente dela, mas o coração dele também doía, por mais que estivesse magoado, ela era a menininha dele, a neném, a dengozinho, era o grande amor dele.. Ele se virou pra ela, a puxou pra perto, sem dizer nada, simplesmente a beijou, um beijo bom, com mágoa e amor, uma mistura doída e gostosa, eles se amavam, ninguém precisava saber, só os dois.
Ela sussurrou, quebrando o silêncio "me desculpa, eu te amo.", ele colocou o dedo delicadamente em cima da boca dela e disse:
-Eu também amo você, eu prometi que não te deixaria dessa vez lembra? E não vou, mais por favor, cuida de mim, não me permita ir embora, não me faça ir.- Ela sorriu, o abraçou forte, queria prende-lo pra ela, para sempre.- Eu prometo meu amor, eu prometo. É pra sempre não é?
- Seja lá o que for isso, é sim.
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